Cabe em mim um certo otimismo,
um quê de insistir que a vida pode se encher de arte e poesia
como num trailer da visão do paraíso
numa eterna re-criação.
Um espaço para um abraço, um aconchego, uma palavra. Um espaço para criar um laço entre teu braço e o braço meu.
[...]
Ai! se eu te visse em languidez sublime,
Na face as rosas virginais do pejo,
Trêmula a fala, a protestar baixinho…
Vermelha a boca, soluçando um beijo!…
Amor e Medo
de Casimiro de Abreu
Paixão que arde,
que faz alarde,
que invade as ruas,
entra nas casas, nas carnes.
Paixão que espalha como o vento,
Que faz agarrar o cabelo,
Que faz arquear o corpo.
Paixão feito água
que faz deslizar dentro da vontade de se ter
de se beber.
Paixão de chão quente,
que faz queimar a loucura,
que faz esvoaçar a roupa,
que faz explodir dois corações.
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